O LED (Light Emitter Diode) é um componente eletrônico semicondutor que tem a propriedade de transformar energia elétrica em luz através de um processo conhecido como eletroluminescência. A eletroluminescência, diferente dos processos encontrados nas lâmpadas convencionais (aquecimento de filamento até sua incandescência, descarga elétrica através de gases, entre outros), consiste na excitação eletrônica, pela passagem de uma corrente elétrica através de um material (o chip Semicondutor). O componente mais importante de um LED é o chip semicondutor responsável (figura 2) pela geração de luz. Este chip tem dimensões muito reduzidas, como pode ser verificado na Figura 1, onde apresentamos um LED convencional e seus componentes.

fig1

Na Figura 3, apresentamos um LED de potência - o qual utilizamos, em que podemos observar a maior complexidade nos componentes, a fim de garantir um melhor desempenho em aplicações que exigem maior confiabilidade e eficiência.

fig2

A luz emitida pelos LEDs é fria devido a não presença de infravermelho em seu feixe luminoso. Entretando, os LEDs liberam potência dissipada em forma de calor, por isto a necessidade da utilização de dissipadores térmicos, garantindo que os mesmos operem dentro dos limites de temperatura de junção especificados pelo fabricante. Pode-se observar através da figura 4 a ilustração de um LED convencional no qual o caminho da potência dissipada em forma de calor é o mesmo da corrente elétrica; sendo este indicado pela trilha de cobre da placa de circuito impresso. Já na Figura 5, apresentamos um LED de alta potência que possui os caminhos térmicos e elétricos distintos, com retirada de calor realizada através do acoplamento de um dissipador térmico à sua base, garantindo assim uma melhor dissipação.

fig3